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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

- Escândalo? -


O ator John Travolta estaria traindo sua esposa, Kelly Preston, com quem é casado há 19 anos, é o que conta a reportagem de capa da revista “National Enquirer”.

Segundo o blog de Perez Hilton, que reproduziu trechos da reportagem da “National Enquirer”, as traições de John Travolta estariam acontecendo há vários anos. “Quando os detalhes emergirem, ele fará o Tiger Woods parecer um escoteiro”, afirmou Robert Randolph, autor do livro “You’ll Never Spa in This Town Again”. Ainda de acordo com a “National Enquirer”, Travolta seria participante de uma “cultura secreta de spa gay” de Hollywood, onde teria feito sexo com homens por diversas vezes.

A chamada de capa da “National Enquirer” diz ainda que John Travolta foi pego traindo Kelly Preston semanas após ela anunciar que está grávida novamente. John Travolta e Kelly Preston perderam o filho mais velho, Jeff, em janeiro de 2009. O menino tinha 16 anos quando morreu. Eles ainda são pais de Ella Bleu, 10.

Des da semana passando estou vendo esse furo ganhar força mundialmente, será verdade ou apenas alguém querendo ganhar dinheiro em cima de Travolta? Tem tudo e todos, mesmo assim, semprem querem mais, uma pena, caso seja comprovado que seja verdade, atrapalhará a vida pessoal e artistica do ator? Acho que não .-. 

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

- Polêmicas -


A onda de usar roupas detonadas invadiu as passarelas, e um morador de rua chinês - que virou ícone de moda por suas roupas curiosas e agora vai ter sua história contada no cinema - causou sensação entre fashionistas e virou tendência. Agora, na onda deste resgate hipster na moda, a fotógrafa Julia Chesky criou um belo ensaio fotográfico chamado The Original Hipster, onde fotografou Chris, segundo ela, um “morador de rua por opção”. Mas será que moradores de rua deveriam mesmo servir de inspiração fashion? Bom, antes de procurar respostas é importante entender as referências.


Em linhas gerais, este movimento hipster-homless-chic remete à simplicidade e fala de um homem sem teto que acumula peças e acessórios cheios de história, em uma imagem que remete à de ciganos e andarilhos que migram de ponto a ponto em pleno século XXI, propagando a idéia de serem verdadeiros sobreviventes - e ao mesmo tempo seres libertários. Tudo traduz a visão de um homem global, cujo visual desgastado está em uniformidade com o de outros grupos em situação social semelhante em diferentes lugares do planeta, em um conceito de união por “tribos” que caminha ao lado da moda desde os primórdios.

A simplicidade também tem a ver com um homem que vive em uma sociedade consumista mas que recicla suas peças e customiza seu arsenal de objetos de maneira original. As roupas têm cores neutras, foscas, são perfuradas e sujas, marcadas pela passagem do tempo. Ora nos inserem em paisagens naturais cheias de terra e poeira, ora em cenas urbanas profundas e misteriosas.

Toda esta parafernália encanta a muitos. Encanta, por exemplo, à cobiçada e estilosa top Erin Wasson, que disse em entrevista à revista Nylon que em sua opinião as pessoas mais estilosas são também as mais pobres, com um visual maluco retirado muitas vezes de dentro de latas de lixo.

Seja no resgate do étnico vindo de tribos africanas ou na retomada de referências dos trabalhos artesanais dos índios americanos, o fenômeno comportamental que une todas estas diferentes referências que vêm flertando com a moda nas últimas estações está relacionado com a idéia dos seres que habitam o mundo moderno e se apropriam de hábitos e costumes milenares. Tudo isso faz sentido e funciona sim como fonte de inspiração não só para a moda, mas também para o design, a arquitetura, as artes plásticas.

Acontece que em vez de um estilo de vida mais sustentável, que pode ser adotado por diferentes indivíduos ao redor do globo, a polêmica que envolve o uso da imagem do morador de rua como inspiração fashion é a glamourização de uma situação de vida que na maior parte das vezes não tem a ver com livre arbítrio, mas com restrições e sofrimento.

Ou seja, o erro seria propagar como referência cool o semblante de pessoas que na maior parte das vezes não estão naquela situação por nenhum outro motivo senão os problemas sociais, políticos e econômicos que tanto afligem o mundo, e depois vender esta mesma imagem como algo que pode ser conquistado comprando cobiçadas - e caras - peças de vitrines.

Em contrapartida, a série de retratos de Julie - que foi inspirada no livro infantil The Pushcart War - pode na realidade estar questionando os hábitos supérfluos de uma sociedade apaixonada por logotipos e marcas - já que Chris aparece nas fotos cheio de sacolas da Marni e Marc Jacobs nas mãos.



O que você acha desta "nova" revolução de estilo na moda, que agora tem moradores de rua como fonte de inspiração? Passageira ou apenas questionar o lado rico e pobre?
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O editorial Water & Oil assinado pelo top fotógrafo Steven Meisel inclui looks high fashion em imagens perturbadoras. A edição italiana da revista Vogue segue sua vocação provocadora e para este mês produziu a sequência de 24 páginas protagonizadas pela modelo Kristen McMenany em cenas que remetem ao drama ecológico do Golfo do México, onde ocorre um vazamento de petróleo.


As publicações de moda da web lançaram suas críticas e questionamentos sobre o trabalho. “É bonito e ao mesmo tempo revoltante, atraente e alienante. Então o que é: o jornalismo de moda enraizado na realidade, ou apenas uma glamorização doente de um acontecimento traumático?”, pergunta o blog The Cut, do The New York Times. 

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domingo, 5 de setembro de 2010

- Victoria Beckham -


Victoria Beckham concorre como melhor estilista do ano no Reino Unido

O British Fashion Awards já tem os indicados de 2010. A lista é cheia de nomes inéditos, como a da Posh Spice e o de Nicola Formichetti, stylist de Lady Gaga. O endereço do British Fashion Council, no Soho, em Londres, recebeu ontem uma festa para anunciar os indicados ao prêmio de moda do ano no Reino Unido. Além dos nomes tarimbados, como Phoebe Philo, apontada como melhor designer, e Lara Stone, como modelo du jour, gente nova despontou no British Fashion Awards.

Os destaques são Nicola Formichetti, stylist da cantora Lady Gaga, que concorre ao título de criador de moda, e Victoria Beckham, que concorre como melhor designer e melhor marca de 2010. Além de suas funções na moda, ela esta semana aderiu ao Twitter para publicar cada passo durante o Fashion´s Nigth Out. Confira os destaques da lista de candidatos ao prêmio britânico: 

Estilista: Christopher Kane, Erdem Moralioglu e Phoebe Philo (Celine).
Marca: Burberry, Mulberry, Pringle of Scotland e Victoria Beckham.

Modelo: Lara Stone, David Gandy e Rosie Huntington-Whiteley.
Moda masculina: Christopher Bailey (Burberry), E. Tautz, Margaret Howell e Paul Smith.

Prêmio Isabella Blow pra criação de moda: Nick Knight, Nicola Formichetti e Rankin.


Depois de tantas criticas que Victoria recebeu, será esse seu prêmio de consolo?

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- Marc Jacobs –


Quem vê Marc Jacobs nu na campanha de seu novo perfume masculino Bang não imagina como ele era há alguns anos. O fato é que de uma hora para outra, o estilista resolveu radicalizar e mudar não apenas a estética, mas todos os seus hábitos. Começou dietas, tratamentos cosméticos, tudo para ficar melhor consigo mesmo. “Eu era a antítese de tudo isso, não tinha o menor interesse, mas hoje, mais do que qualquer coisa, me sinto bem em me cuidar”, disse Marc em entrevista para a Details. O estilista também deu algumas dicas de como cuidar de cada parte do corpo:

Se a foto ficou pequena, clique nela (:


Tirando as tatuagens (nada contra .-.), ficaria melhor!

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sábado, 4 de setembro de 2010

- Capas de Setembro -

O mês de Setembro é o mais importante para as publicações de Moda! As revistas investem em celebridades para estamparem as capas que chegam a ter até três versões diferentes. Esse ano, personalidades como Julia Roberts, Lady Gaga, Halle Berry, entre outras, são as estrelas das edições que trazem todas as tendências para o próximo ano. Vale a pena dar uma lida. Confiram algumas:








sexta-feira, 3 de setembro de 2010

- Biografia -


No dia 14 de setembro chega às livrarias americanas a biografia “Poker Face: The Rise and Rise of Lady Gaga”. O tablóide “The Sun” já teve acesso ao livro e afirma que, entre as revelações, está a de que a cantora teve de fazer uma dieta radical, que a levou ao hospital. David Ciemny, ex-empresário de Lady Gaga, foi uma das fontes da autora Maureen Callahan. E ele afirma que ficar famosa custou a saúde da cantora. “Quando eu digo que ela estava doente, quero dizer física e mentalmente”, afirma. Ciemny diz que a diva sofreu muita pressão para perder peso e acabou emagrecendo 9kg. Para tanto, ela passava dias sem comer e foi internada seis vezes.

O livro também conta que Gaga é muito insegura e contratou a esposa de Ciemny, Angela, como acompanhante. A mulher tinha de dormir todos os dias na mesma cama em que a cantora e não tinha tempo de ficar com sua família. “Eu dizia, ‘Gaga, eu tenho um marido. Estarei dormindo no quarto ao lado’”, afirma. Mesmo assim, a estrela não conseguia ficar sozinha e pedia que Angela ficasse ao seu lado. “Nós nos arrumávamos pela manhã juntas e íamos dormir juntas todos os dias”, conta.

Pelo jeito essa biografia vai dar o que falar, não é isso o que Gaga quer?

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- Brilho -



Modelos que desfilaram nas semanas de moda do Rio e de São Paulo exibiram lábios e olhos salpicados de brilho. Para aderir ao look, que acompanha melhor as produções noturnas, vale aplicar brilho sobre o batom, usar delineador ou sombras cintilantes, glitter ou iluminador. Mas também não é pra exageram, por favor. Essa moda chegou para todas as estações, aproveitem.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

- O criador dos pulinhos na fotografia –




Philippe Halsman marcou-se entre os fotógrafos célebres e sua vida foi recheada pelo olhar apurado, pelas idéias singulares e por fatos insólitos. Ele revolucionou as imagens da Vogue Paris, fotografou 101 capas da revista Life, tornou-se ainda parceiro do pintor surrealista Salvador Dalí – com quem assinou uma série de imagens que marcaram a arte e a fotografia do século 20. Na década de 1950 criou o projeto Jumpology, colocando gente ilustre para pular, marcando assim a sacada de fotografia perpetuada até hoje em todas as publicações de moda do mundo. Um dos primeiros fatos marcantes de sua vida foi em setembro de 1928 quando esteve nos Alpes da Suíça, onde nasceu.

Depois da morte nunca esclarecida do pai durante a viagem, ele foi acusado de assassinato, ficou preso por quatro anos e ganhou cartas de apoio do escritor Thomas Mann e de Albert Einstein, amigo de família. Deixou a prisão no fim de 1931 com a condição de não voltar mais ao país. Mudou-se para a França onde começou sua carreira na Vogue transformando a direção de arte da publicação quanto às imagens.

Com a invasão nazista à capital francesa, seu destino foi Nova York. A partir de 1942, Halsman escreveu seu nome na revista Life com retratos de personalidades como Alfred Hitchcock e Pablo Picasso. Depois de cada sessão de fotos, Philippe Halsman pedia que seus modelos pulassem para registrar o movimento. Assim nasceu o Jumpology, que junta jump, ou pulo, a psicology, psicologia. O projeto era explicado por ele assim: “Quando você pede para uma pessoa pular, sua atenção está mais para a ação, então suas máscaras caem e o verdadeiro eu aparece.”

Em 1949, publicou Philippe Halsman's Jump Book, que contém 178 famosos se jogando na performance aérea. História que virou filme em 2009, no longa Jump! com Patrick Swayze, que narra a biografia do fotógrafo e recria seu projeto, e na exposição que esteve em cartaz até maio em Nova York com a lista de pulos ilustres feitos por Marilyn Monroe, Richard Nixon, Audrey Hepburn, o duque e a duquesa de Windsor e Brigitte Bardot.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

- Detalhes -







Apenas com um detalhe pode mudar todo o nosso ambiente.
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- Festival de música Creamfields -


A agência de conteúdo artístico Indústria de Entretenimento anunciou nesta terça-feira uma parceria com a marca Cream que trará o Festival de música Creamfields e as Festas Cream ao Brasil. O primeiro evento já tem data e local confirmados: 22 de janeiro de 2011, em Santa Catarina, seguido por uma turnê de oito festas.

A Cream começou como anfitriã de uma noite semanal de house music em Liverpool, se consagrou em Ibiza por mais de 15 anos e hoje é uma marca emblemática no mundo do entretenimento atraindo multidões para suas festas, além de criar badalados produtos que levam seu nome, como as coletâneas de música eletrônica. O Festival surgiu no Reino Unido e tem a tradição de comemorar o encerramento do verão europeu. Atualmente já é realizado em 17 países, incluindo Buenos Aires, Chile e Peru na América Latina.

A idéia, com o lançamento no Brasil, é estabelecer o evento como o maior festival de verão no Hemisfério Sul. “A curadoria artística do festival será feita em parceria com a direção do Creamfields no Reino Unido, proporcionando ao público brasileiro um conteúdo sem precedentes no Brasil”, promete Leo Sanchez, CEO da Indústria de Entretenimento.

Para promover o lançamento do projeto, a agência realizará no dia 10 de novembro deste ano a primeira festa Cream com a banda britânica Faithless e o DJ e produtor filipino naturalizado holandês Laidback Luke, em São Paulo. Mas o primeiro festival de música também já está confirmado para Santa Catarina, e o calendário prevê que em 2011 o Creamfields Brasil também seja realizado durante um feriado prolongado no Rio de Janeiro (dia de São Sebastião) e em São Paulo (aniversário da cidade). Datas, preços e line up do evento ainda não foram divulgados.


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